Variabilidade genética do banco de germoplasma de mandioca da Embrapa cerrados acessada por meio de descritores morfológicos

Eduardo Alano Vieira, Josefino de Freitas Fialho, Marilia Santos Silva, Wania Maria Gonçalves Fukuda, Fábio Gelape Faleiro

Resumo


Por reunirem constituições genéticas de diferentes origens e de diferentes níveis de melhoramento, os bancos de germoplasma podem constituir-se em ótimas fontes de genes para programas de melhoramento. Para tanto, é fundamental que o melhorista conheça o germoplasma disponível em relação ariabilidade e ao desempenho agronômico. Os objetivos deste estudo foram estimar a variabilidade genética de 356 acessos de mandioca do banco de germoplasma da Embrapa Cerrados em relação a 27 descritores morfológicos; estabelecer quais desses descritores evidenciam maior entropia, e agrupar os acessos em função da dissimilaridade genética. Com base nos dados aferidos, foram estimados o nível de entropia dos caracteres, a dissimilaridade genética e, posteriormente, os acessos foram agrupados pelo método de agrupamento de Tocher. Os acessos de mandioca avaliados foram divididos em 34 grupos distintos e evidenciaram elevada variabilidade genética. Os caracteres com as maiores entropias foram: cor externa do caule, cor do pecíolo, forma do lóbulo central e cor da folha apical. Aqueles com as menores entropias foram: hábito de crescimento do caule, floração, textura da epiderme da raiz e constrições da raiz. Palavras-chave adicionais: Manihot

Texto completo:

Artigo Completo - PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.15361/1984-5529.2008v36n1p56+-+67