Características produtivas de capim-elefante sob doses de fósforo e nitrogênio para fins energéticos

Marcia Maria Paes Santos, Rogério Figueiredo Daher, Niraldo José Ponciano, Geraldo de Amaral Gravina, Antônio Vander Pereira, José Augusto de Almeida Sant'Ana, Carlos Lacy Santos

Resumo


Em busca de fontes de energia mais eficientes, a biomassa do capim-elefante é uma alternativa. Objetivou-se avaliar efeitos de doses de fósforo e de nitrogênio em cultivares de capim-elefante, em delineamento de blocos casualizados, com esquema de parcelas subsubdivididas, com três repetições. As cultivares constituíram as parcelas, o fósforo as subparcelas e o nitrogênio as subsubparcelas. Observou-se ausência de significância para fósforo e suas interações, e significância para outros fatores. Pelo teste de Tukey a 5%, ‘Cameroon-Piracicaba’ diferiu das demais no diâmetro do colmo e no número de plantas, e na largura de lâmina diferiu nas doses de 500 e 1.500 kg ha-1 de N. Na dose de 500 kg ha-1 de N, diferiu de ‘Cana-D’África’ na largura de lâmina, e esta diferiu de ‘Guaçu/IZ.2’ sem adubação nitrogenada. Na produção de matéria seca, o modelo ajustado para todas as cultivares foi o de segundo grau. As produtividades máximas de 15,62; 15,59 e 16,29 t ha-1 foram obtidas com adubação de 817,13; 1.039,47 e 1.004,43 kg ha-1 de N, respectivamente. A cv. Cana-D’África apresentou ajuste significativo (segundo grau) para número de plantas, com perfilhamento máximo de 33 plantas m-1, na dose de 1.146,13 kg ha-1 de N, e linear para largura de lâmina. Entretanto, ‘Cameroon-Piracicaba’ teve largura máxima da lâmina foliar de 6,52 cm com 1.238,62 kg ha-1 de N.


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DOI: http://dx.doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n4p354-365